Arquivo de março de 2011

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quarta-feira, 9 de março de 2011

POR QUE ELAS COMPRAM

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*Lançamentos (Escrito por Redação)

Por que elas compram é o estudo mais atual e completo sobre o papel do sexo feminino no ato da compra. O livro, da Campus-Elsevier, oferece um roteiro altamente legível destinado a ajudar profissionais de marketing e de vendas a entender as crenças, os valores e a sensibilidade feminina.

“No mundo inteiro, são as mulheres que compram virtualmente tudo o que existe à venda. As mulheres fazem a compra diretamente ou são influenciadoras-chave em cerca de 80% da todas as vendas de bens de consumo efetuadas somente nos EUA. Contudo, quem será que comercializa e vende esses produtos para as mulheres? A resposta: homens, em sua maioria absoluta. Eles ocupam 85% das posições gerenciais das 500 maiores empresas listadas pela revista Fortune, a maioria (quase 70%) dos postos corporativos de diretor de marketing e de gerente executivo de vendas, e mais de 90% dos postos mais altos da diretoria de criação nas maiores agências de propaganda”, afirma a autora Bridget Brennan.
Editora Campus- Elsevier
Categoria: Educação / Referência – Marketing / Vendas
Formato: 16×23 cm
Páginas: 304
Preço: R$ 75,90 em média

CONTATO: ariana.lenz@gmail.com

Equilibristas na corda da crise

quarta-feira, 9 de março de 2011

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Culturalmente, as mulheres são acionadas para controlarem os ânimos em momentos tensos, sejam em brigas ou crises familiares. Sou fã da série “Brothers & Systers” e a Sally Field interpreta um papel e tanto como Nora Walker, a matriarca da família, que está sempre guiando os filhos para o melhor caminho. Em dos últimos capítulos que assisti, ela inclusive, fez comentários excelentes sobre as atitudes dos filhos e um produtor de rádio ficou estarrecido. A atitude dela em uma festa acabou rendendo um convite para  comandar um programa de aconselhamento.

Mas será que as empresas também estão buscando esse perfil de mulheres para gerenciar as crises e encontrar melhores soluções corporativas?
Parece que sim, pelo menos pela informação de um especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipe, Eduardo Shinyashiki, que apontou que empresas preferem contratar mulheres em situações instáveis.

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McDonald’s e a difícil tarefa de sair do pódio

quarta-feira, 9 de março de 2011

mc1McDonalds continua líder em vendas, com faturamento de 24 bilhões de reais (Scott Olson/ Getty Images)
A consultoria de marcas Intebrand divulgou, no último mês, o ranking das 100 marcas mais importantes de 2010 – pesquisa feita anualmente pela empresa. O McDonald’s, maior rede de restaurantes até então, guardava a mesma posição do ano anterior: o sexto lugar, com uma apreciação de 4% no valor da marca, em relação ao ano anterior. No entanto, as coisas poderão mudar no ranking de 2011. O peso de ser ‘a maior rede de restaurantes do mundo’ não entrará mais nesta conta, tendo em vista que a liderança agora é da rede Subway – que nem sequer está presente no ranking da Interbrand. Em 2010, a rede de fast food natural totalizou 34.225 lojas, frente às 32.737 do McDonald’s. 
Apesar de ainda não ser a maior em vendas – fatura 15,2 bilhões de dólares, enquanto a concorrente conta com 24 bilhões de dólares de receita – a rede Subway conseguiu quebrar um paradigma e tanto. Teve sucesso em espalhar seus tentáculos em locais onde o McDonald’s tradicionalmente não quis estar – como terminais de trem, barcos de passeio turístico, zoológicos e igrejas. Impõe dois desafios ao McDonald’s: se expande de maneira acelerada e oferece uma comida menos calórica aos consumidores – numa época em que a tradicional rede americana tenta se livrar da pecha de ser um criadouro de obesos.

Gigante magro – Fundado em 1965, em Bridgeport, no estado americano de Connecticut, o Subway era uma pequena lanchonete de sanduíches tipo ‘submarino’, feitos em baguetes de 15 centímeros. Em menos de dez anos, o negócio se expandiu para 16 unidades e então adotou uma estatégia de crescimento imortalizada, nos ano 70, exatamente pelo McDonald’s: a franquia. Ao contrário do concorrente, que hoje cobra caro e impõe diversas regras para autorizar a abertura de uma loja que leve o seu logotipo, o Subway tem um modelo mais flexível – e barato – de loja. Custa a partir de 90 mil reais, no Brasil, enquanto uma loja completa do McDonald’s supera o valor de 1 milhão de reais.
Graças a isso o Subway conseguiu atingir a liderança em número de lojas nos Estados Unidos em 2002. São 24 mil, contra cerca de 14 mil do McDonald’s. A recém-alcançada liderança mundial deveu-se à expansão agressiva em mercados emergentes, como Ásia e América Latina. Atualmente, há mil lojas no continente asiático. O plano é alcançar esse mesmo número em três anos – só na China. No Brasil, o McDonald’s ainda é líder inconteste: tem 2.400 pontos de venda, contra 580 do Subway. 
Futuro incerto – Para suprir a demanda de mercado dos que não comem McDonald’s ou não são enfeitiçados pela cultura do hambúrguer, o Subway se tornou defensor dos alimentos naturais. Com lanches mais leves, que priorizam carnes brancas e ingredientes saudáveis, como saladas e vegetais. Apesar de ainda liderar em receita e número de países onde está presente (são 118 contra 95)  – sem contar sua marca, que vale 33 bilhões de dólares – o McDonald’s, cujos sanduíches são tão universalmente conhecidos que servem até como índice de preços, corre contra o tempo para se reinventar.
Isso não significa que queira se assemelhar ao Subway, e sim extirpar de sua identidade o estigma de ‘prejudicial à saúde’, ‘excessivamente gorduroso’. Para isso, tem aumentado as opções de saladas e hambúrgueres grelhados em seu cardápio, além de estender sua marca McCafé, com o objetivo de concorrer com redes como Starbucks.
O tradicional logo em vermelho e amarelo vibrantes tem sido gradualmente substituído por outro mais sóbrio, feito com linhas mais discretas, enquanto a decoração das lojas ganha tons de marrom – uma clara alusão ao café.

CONTATO: ariana.lenz@gmail.com

Fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/economia/mcdonalds-e-a-dificil-tarefa-de-sair-do-podio

Boas Vindas

quarta-feira, 9 de março de 2011

Olá nobres amigos, acadêmicos e leitores.

Retorno a minha vida de blog, feliz!
Feliz porque neste tipo que estive ausente recebi feedbacks para retornar a vida on-line, e principalmente porque muitas coisas aconteceram. E claro minha maior alegria é poder trocar idéias e compartilhar conquistas e desafios.
Posso dizer que 2011 é um ano desafiador, gerencia de marketing, mestrado e quem sabe até o final do ano enfim professora.
Hoje precisei a responder duas perguntas que ainda não cheguei a uma grandiosa resposta…

- As empresas estão preparadas para o ritmo de trabalho, que as lideranças da geração Y vem “produzindo” ? Plano de carreira? O coreto é cargos e salários ou remuneração por resultados?
- O que é mais vantajoso carreira acadêmica ou empresarial?

E a afirmação do dia, um gestor de marketing, assume a função muitas vezes por capacidade técnica, experiência e feeling de mercado, mas ninguém conta que o maior desafio é “GESTÃO DE TALENTOS!”

Saímos da universidade ótimos técnicos e GESTORES DE TALENTOS?

CONTATO: ariana.lenz@gmail.com

Ariana Kitzberge Lenz